A minha história (de sucesso) de Imigração para o Canadá


Uma leitora me mandou uma mensagem. Nela ela disse que estava querendo imigrar para o Canadá “daqui uns 2 anos” e a pergunta foi mais ou menos assim: “O que devo ir fazendo para ter certeza de que vou ter sucesso no meu plano de imigração?”

Para ajudá-la, e também as outras pessoas, irei aqui detalhar como foi a minha história de imigração para o Canadá. E irei finalizar listando as coisas que você pode fazer agora para ir se adiantando e ter certeza de que irá ter um final feliz.

E conforme coloquei no título, a minha imigração está sendo (e foi) uma história de sucesso. Não tenho uma vida de luxo! Porém, estou totalmente integrado e adaptado ao Canadá. E vivo uma vida confortável. Com minha esposa e nossos dois cachorros. Somos cidadãos canadenses e temos dois lindos passaportes do Canadá.

Vamos imigrar para o Canada? Arrume as malas!
Vamos imigrar para o Canada? Arrume as malas!

Foi assim que eu fiz:

1- Como tudo começou

A minha vontade de imigrar para esse país maravilhoso teve dois momentos marcantes. Um quando eu era um adolescente (quase criança) e outra depois já na fase adulta.

1993: A lista dos melhores países para se morar

O primeiro fato foi quando eu estava assistindo televisão. Eu tinha por volta de 11 anos de idade. E o programa era sobre as melhores cidades do mundo para se morar. Na época ainda não existia internet (pelo menos para o público em geral). Digo isso para vocês terem a noção do impacto que o programa teve em mim.

Não lembro exatamente a ordem da lista, mas de algo eu lembro muito bem: das 10 melhores cidades do mundo o Canadá tinha 3 na lista! (Vancouver, Toronto e Montreal). Não só isso, a primeira colocada também era canadense (Vancouver).

Eu nem sabia direito aonde o Canadá se localizava e conhecia quase ou muito pouco sobre o país. Mas ali, com 11 anos de idade eu disse para mim mesmo: “Uau! Se das 10 melhores cidades do mundo, esse país tem 3 na lista, é lá que quero morar!”

2007-2008: Meu intercâmbio nos Estados Unidos

O segundo fato foi mais palpável e menos infantil. Já na faculdade eu fiz um intercâmbio que era para ser de 3 meses em Wisconsin nos Estados Unidos. O objetivo era trabalhar lá durante as férias e assim praticar o inglês e ganhar experiência internacional. Isso foi de 2007 até outubro de 2008.

Eu estava gostando tanto da minha experiência que acabei estendendo minha estadia e fiquei quase 10 meses na terra do Tio Sam. E só voltei mesmo pois meu visto iria vencer e eu não queria ficar ilegal no país.

Ao voltar para o Brasil, comparando a realidade de Madison-WI com a de Fortaleza, com todo respeito a cidade na qual nasci e que adoro, era gritante! Nos EUA, eu tinha segurança, parques lindos, organização, boa qualidade de vida, poder de compra, etc. Em Fortaleza, bem, vocês sabem como é a realidade brasileira. Tirando algumas raras cidades (geralmente bem pequenas) que são exceções.

E por isso, eu decidi no final de 2008 (1 mês depois que voltei para o Brasil): vou embora! E aí fui atrás das opções viáveis.

2 – Canadá, Austrália ou Nova Zelândia?!

Foi aí que comecei uma pesquisa voraz para ver as melhores opções. Nos Estados Unidos eu sei que não conseguiria facilmente, já que o país não é aberto à imigração. Sim, existem opções, mas nada tão acessível.

No final da pesquisa me restaram 3 países: Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Todos, à época, tinham processos de imigração que eu conseguiria (com algum planejamento) imigrar. Não só isso, eles queriam imigrantes qualificados!

A sorte é que faltava apenas 1 ano para eu me formar e de posse do diploma superior; E com o conhecimento e domínio da língua inglesa adquirido no intercâmbio; Eu me qualificaria para os programas desses 3 países. E qual foi o que eu realmente escolhi?

Metade de 2009: Canadá foi o escolhido!

Bem, o coração falou mais alto. E aquele programa que assisti há uns 15 anos atrás na televisão ainda estava no meu subconsciente! E assim escolhi o Canadá.

Outro motivo também foi a questão do fuso-horário. Sim, acreditem que pensei nisso na hora de escolher meu foco? Pois é, detalhes são importantes.

A diferença de horário do Brasil para o Canadá é bem menor do que a da Austrália e Nova Zelândia. Por exemplo, aqui em Montreal para Fortaleza (aonde meus amigos e familiares estão) é de apenas duas horas. E no horário de verão canadense cai para apenas 1 hora! Isso quer dizer, por exemplo, que quando aqui são 10 da manhã, em Fortaleza são 11 da manhã. Muito bom!

Ou seja, eu mando uma mensagem aqui pelo whatsapp e as chances da minha mãe estar acordada e me responder são grandes. E isso (facilidade de me comunicar com as pessoas a qualquer hora do dia) pesou bastante na minha decisão. Além da duração dos voos. É bem mais perto voar daqui do que da Oceania.

Escolhido o Canadá como foco da minha imigração, o segundo passo era decidir como imigrar.

3- Qual a forma mais fácil de imigrar para o Canadá?!

Aí minha pesquisa através da internet se intensificou mais ainda. Pelo menos eu tinha um foco em específico. Eu li vários blogs, site do governo federal, site dos governos das províncias, cidades, etc.

Eu fiz uma tabela com os prós e contras de todos os processos que estavam abertos naquela época para decidir qual seria o mais fácil (ou menos difícil).

Infelizmente, na época (2009) os processos disponíveis eram basicamente o federal, o do Québec e só! Tinham algumas categorias provinciais, porém todas eram voltadas para quem já estava no Canadá. E eu ainda tinha de terminar a faculdade! E queria um processo que eu pudesse fazer ainda do Brasil. Sem tirar que eu não era dono do meu nariz ainda. Morava com meus pais. E não tinha dinheiro algum guardado (risos).

Outra atitude positiva foi fazer o máximo de cadeiras possíveis na faculdade para me formar o mais rápido. Geralmente eu teria que me formar em 2 anos, por conta das cadeiras opcionais (obrigatórias). Porém, passei a estudar de manhã, tarde e à noite.

Meu desejo de imigrar, meu conhecimento do inglês e uma chama de saber tudo sobre o Canadá queimava intensamente dentro de mim. E então, após muita pesquisa, aonde eu virava noites inteiras, eu decidi qual o processo de imigração que eu iria usar. E o escolhido foi:

Final de 2009: Quebec, um salto de fé!

Isso mesmo, escolhi o processo de imigração do Quebec. O engraçado é que eu não falava nada de francês. Tipo, zero mesmo! Porém, além de ter pesquisado bastante. Também fui à uma palestra dada pelo Governo do Quebec em Fortaleza.

E vi que eu tinha o perfil que eles desejavam. Vi o quão (na época) era simples o processo. Não digo que era fácil, mas era bem objetivo. Se você tivesse a pontuação, estava dentro. Se não tivesse, estava fora. E isso me atraiu, pois eu vi que dependia só de mim mesmo!

Usei a expressão “um salto de fé” no sub-título por um simples fato: me matriculei nas aulas de francês na Alliance Française de Fortaleza. Não tinha mandado um único papel para o Escritório de Imigração do Quebec, mas já estava decidido. Praticamente 1 ano antes de dar entrada no processo já estava comprometido!

E eu estudei francês feito um louco. Fiz aulas particulares. Estudei online. Escutava podcast em francês o tempo todo. Se eu não estava trabalhando ou ocupado, estava com um podcast tocando nos ouvidos.

Vejam que eu dei o primeiro passo concreto (aprender ou aperfeiçoar o idioma) sem estar de forma alguma ligada a nenhum processo de imigração. E meu esforço valeu a pena como verão daqui a pouco!

Finalmente, em dezembro de 2010, depois de ter juntado as horas necessárias do aprendizado do francês, enviei meu processo para o Escritório de Imigração do Quebec em São Paulo. Na época era tudo em papel. Mandei uma pasta cheia de documentos! Parecia uma bíblia! (risos)

(Hoje, infelizmente não existe mais esse Escritório em Sampa. Já que tudo é feito através do Arrima.)

De 01 de janeiro de 2011 à 01 de setembro de 2011: Plano A, B, C… Z de imigração para o Canadá.

Eu enviei o processo no dia 29 de dezembro de 2010. E depois disso fiquei em uma apreensão enorme. Não sabia se iria ser aprovado ou não. Se teria a chance de ir para o próximo passo: a entrevista.

E foi aí que decidi ter outros planos de imigração. Queria eu ter feito isso no começo. Mas acabei percebendo que era melhor ter outras alternativas se imigrar pelo Quebec acabasse falhando!

Foi nessa mesma época que virei um nerd em saber tudo e todas as formas de imigrar para o Canadá (como você pode atestar por esse site). E foi assim que descobri (e disseminei no Brasil) o processo provincial de Manitoba e Nova Scotia. Depois que eu publiquei, todos os outros sites brasileiros começaram a falar… Pena que quase nenhum me deu o crédito, mas enfim!

Acredito que fui o primeiro brasileiro a enviar um e-mail para Manitoba para fazer parte de um processo que eles tinham na época que se chamava Visita Exploratória. E também acredito que fui o primeiro brasileiro também a mandar um e-mail para o Escritório de imigração de Nova Scotia para participar do processo que eles tinham à época chamado “Identidade com a Comunidade” (tradução livre).

Inclusive fui aprovado no de Manitoba. Já tinha até data para me encontrar com o oficial de imigração da província em Winnipeg! Só cancelei pois finalmente recebi minha convocação para a entrevista com o oficial de Quebec.

Estou falando tudo isso para mostrar para vocês a importância de se ter várias alternativas. Se uma falhar, você tem outra e assim por diante. Já fiz um ótimo artigo sobre isso e não vou ficar me repetindo. Para lê-lo, depois de terminar esse, é só acessar: A importância de se ter vários planos de imigração

Sempre é bom ter Planos A, B e C; E mais de imigração para o Canadá

21 de Novembro de 2011: Um dos dias mais importantes da minha vida!

Foi nessa data, 21 de novembro de 2011 que minha vida mudou. De verdade. Foi nesse dia que fiz a entrevista com o oficial de imigração do Governo do Quebec. E ela aconteceu em Salvador (e por isso até hoje tenho um carinho muito especial por essa cidade!).

O nome dele era Daniel LeBlanc. Nunca me esquecerei. Para quem não sabe, na época você tinha essa entrevista e nela o oficial de imigração iria analisar os documentos (para ver se era tudo real) e também analisar seu nível de francês (para ver se batia com os documentos comprovatórios).

E o mais tenso de tudo era: no final da entrevista você já saberia se tinha passado ou não. That’s it! C’est ça! E se fosse aprovado, ele já imprimiria o CSQ (certificado de seleção do Quebec) ali mesmo, na sua frente. E esse documento era praticamente seu passaporte para o Canadá.

Pois segundo o acordo que o Quebec tem com o Canadá: candidatos de posse de um CSQ já estão praticamente garantidos como residente permanente. E isso vale até hoje. Com O CSQ em mãos a única forma de você não conseguir o visto de RP é se tiver alguma doença grave e/ou contagiosa ou um passado criminal.

Como eu sabia que não tinha nenhum desses problemas, receber o CSQ naquele dia seria como já ter conseguido meu direito de imigrar! Inclusive já falei desse assunto nesse artigo: Entenda por que o Quebec seleciona seus próprios imigrantes

E eu consegui meu CSQ! Eu acho que nunca falei francês tão bem quanto naquele dia. As palavras vinham a minha boca como se fossem português. Com muita eloquência. Parecia que era outra pessoa no meu corpo. Meu cérebro entendeu a importância daquele momento. Acho que tinha muita adrenalina fluindo também.

Momento de tensão!

Porém eu tive um momento de tensão. Chega a ser engraçado… Quando cheguei ao andar marcado para a bendita entrevista, não tinha uma única sinalização. Nada! Fiquei com medo de estar no lugar errado, ou no andar errado, e acabar chegando atrasado. O que era a última coisa que eu queria.

Até que avistei um funcionário do hotel. Era a única pessoa naquele andar. Pensei: Ufa! Vou lá perguntar e com certeza ele vai saber me informar. Eu fui falar com ele todo nervoso pra saber se era ali mesmo, o rapaz (que estava com trajes do hotel) era mudo. Sério… Pense na sorte!

Eu todo desesperado por informações e quando fui falar com o rapaz ele era completamente mudo! Nada contra é claro, acho muito louvável contratar pessoas com deficiência física, só achei muito azar o meu.

Nem ele me entendeu e nem eu entendi ele. Mas no final deu tudo certo e achamos o lugar certo que era em uma salinha naquele mesmo andar.

2012 em diante: Preparação para a imigração

Depois da entrevista começou um processo de espera muito chato. Infelizmente a etapa federal do processo de imigração naquela época era bem demorada. Ainda é, mas hoje é bem mais rápida do que em 2012.

Porém, eu sabia que era só uma questão de tempo (e bote tempo nisso!) para meu visto sair e por isso eu tinha que me preparar para a mudança de país e vida.

E eu fiz isso fazendo algumas coisas simples como não comprar nada que fosse me comprometer (como uma casa ou apartamento, por exemplo). Estava querendo mudar de emprego, mas acabei não mudando. Não troquei de carro ou celular. Não inventei nenhum hobby nem nada do tipo.

Comecei a economizar o máximo de dinheiro que podia. E claro continuei a estudar os idiomas. Não parei com as aulas de francês em nenhum momento. Muito pelo contrário! O inglês eu estudava por conta própria.

Quando eu vi que faltavam uns 6 meses para sair meu visto eu decidi ir para o Canadá esperar meu visto de residente permanente lá. Para já ir planejando meu futuro e o mais importante: estudar o idioma in loco.

Então no dia 30 de abril parti para o Canadá, mas especificamente para Montreal, de mala e cuia.

01 de abril de 2013: Chegando em Montreal

É o dia da mentira mas foi bem verdadeiro. Peguei tudo que tinha, entrei em um avião e fui à Montréal com a cara e coragem! Ao chegar já me apaixonei pela cidade. Foi amor à primeira vista! Mas eu não estava aqui para turistar. E por isso me certifiquei de fazer tudo possível para minha futura vida em terras canadenses.

Abri uma conta no banco, aluguei um apartamento, comecei a construir meu histórico de crédito e me matriculei em dois cursos de francês!

Pelos meus planos dentre 4 ou 5 meses no máximo, meu visto de residente permanente sairia. E adivinhem o que aconteceu?

Os consulados canadenses e seus funcionários entraram em greve! Inclusive os de São Paulo, aonde o meu processo estava! Dá para acreditar nisso? E o pior que foi uma greve que durou vários meses! Foram 7 meses de greve, se não me engano.

E por conta disso tive de voltar ao Brasil. Meu visto estava vencendo. Mas não posso reclamar, pois essa volta possibilitou eu começar um relacionamento com minha esposa. A greve fez eu voltar, que fez eu sair com ela, a gente começou a namorar e porventura casamos. Engraçado como são as coisas, não é?

07 de maio de 2014: Vinda definitiva para o Canadá como RP

E foi no dia 07 de maio de 2014 que meu sonho se tornou realidade. Depois de muita espera, sofrimento, suor, sangue, lágrimas, eu colocava os pés no Canadá como residente permanente!

Só eu sei o que tive de passar! Muitas pessoas me chamaram de louco por deixar minha terra natal, o conforto que eu tinha para ir a um país estrangeiro. Várias disseram que eu não duraria nem 1 ano!

Bem, sinto dizer que já fazem 6 anos (praticamente 7 se eu contar minha vinda anterior) que estou aqui no Canadá. E sou muito feliz. Todo o esforço valeu a pena.

Todo o planejamento (e estresse) acabou dando certo! E esse ano irei inclusive virar cidadão canadense. Quem torceu contra, infelizmente deve ter ficado bem desapontado.

Mas não é nisso que devemos concentrar nossas energias! E sim em realizar nossos sonhos e buscar uma vida melhor para nós mesmos e nossos familiares e descendentes!

O artigo é sobre meu planejamento que me levou a ter uma história de sucesso no Canadá. Ainda estou construindo e “escrevendo” essa história aqui. Até agora tem dado muito certo. E independente do futuro já me sinto um vencedor. Por isso, chegamos ao final (para efeitos desse post). Mas antes irei postar uma lista de passos/atitudes que você deve fazer e ter se pretende um dia imigrar para o Canadá.

Planejamento de imigração para o Canadá – Dicas valiosas

Vou listar, sem ser em uma ordem particular, coisas, atitudes, passos, que você deve ter, fazer, para se certificar que também irá ter uma história de sucesso no seu Plano Canadá. Vamos lá!

1- Tomar a decisão de imigrar!

Sabe aquela frase da bíblia que diz que você deve ser quente ou frio, pois os mornos são vomitados da boca de Deus? (Apocalipse 3:15,16). É a mesma coisa na imigração. Seja para o Canadá ou qualquer outro país.

Se você decidir que quer mudar de país, tem de tomar essa decisão e entrar de cabeça. Claro que você pode ler sobre o assunto e pensar se vale a pena, e pesar todos os fatores. Isso é muito saudável. Já que a imigração não é para qualquer um! Mas se/quando tomar a decisão, sua vida agora tem um objetivo. O Objetivo Canadá!

2- Pesquisar!

Hoje a internet ajuda e muito a sabermos praticamente todos os detalhes. E temos ótimos sites para isso. O principal é o do Ministério de Imigração do Canadá (link ao final). E o melhor em língua portuguesa é com certeza este que você está lendo, o Site Imigrar (por isso se inscreva ou siga nossa insta: @siteimigrar )

Nesse tópico entra também pesquisar qual o melhor processo para você. A cidade que melhor se encaixa no seu perfil, mercado de trabalho, entre outras coisas.

3- Estudar o idioma (ou idiomas)!

Um dos passos mais importante é aprender e DOMINAR os idiomas falados no Canadá. Quanto melhor seu nível maiores suas chances de imigrar. E não só isso, irá facilitar sua adaptação. E te dar melhores empregos.

Se possível aprenda os dois: francês e inglês! Isso vai contar pontos valiosos em várias categorias de imigração do Canadá. Use a internet a seu favor. Youtube, podcasts, apps. Sempre que tiver tempo livre dedique a aperfeiçoar o idioma!

Mas não abra mão de um bom curso (presencial ou online). E se tiver uma entrevista como parte de algum processo, pague um professor particular especializado em entrevistas para te ajudar.

4- Economize (tempo e dinheiro)!

Imigrar demanda muito da pessoa. Por isso, tomada a decisão, pare de perder tempo com coisas que não vão acrescentar em nada no seu plano Canadá.

Só se comprometa com coisas que não irão interferir nisso. E economize! Quanto mais dinheiro você trouxer, melhor! Vai facilitar sua adaptação e sua vida. Ainda mais se o caminho escolhido for o de estudar -> trabalhar -> imigrar.

Deixe de sair. Pare de gastar com coisas fúteis (como balada e cerveja). Não precisa ser para sempre. Depois que conseguir o Objetivo Canadá, daí você pode voltar a gastar dinheiro com “besteira”.

5- Não olhe para trás!

Se decidido que é isso que quer para sua vida e da sua família, não olhe para trás! Não dê ouvidos aos pessimistas. Aos agourentos. Aos invejosos. Sim, eles existem, infelizmente.

E vão tentar fazer você desistir do seu plano, do seu sonho. Eu sei pois passei por isso. Tem gente que tem prazer em ver a gente fracassando. Voltando com o rabo entre as pernas. Até mesmo da nossa própria família.

Eu poderia listar vários outros. Mas daí o artigo iria ficar gigantesco. Por isso tentei sumarizar os principais nesses 5 pontos.

6- Bônus

No caso de você ainda for relativamente jovem tenho uma dica muito importante: faça um curso superior que esteja em demanda no Canadá ou Quebec. Nada de direito, odontologia, medicina. Pois é muito difícil revalidar esses diplomas.

Faça algo como TI, enfermagem, administração, etc. Pesquise para saber o que está em demanda. Vai te abrir muitas portas.

Conheço a história de uma turma de pessoas na Bahia que foram no Senai ou Senac (não lembro bem pois faz tempo). E conseguiram abrir uma turma de técnicos em manutenção de aviões. Profissão que na época dava muitos pontos. Em menos de 1 ano estavam formados. Uma boa parte conseguiu imigrar.

Eu mesmo comecei a fazer um curso de técnico em informática em Fortaleza. Porém, acabei me mudando antes para o Canadá e tranquei. Mas fiz isso já de olho em outros processos.

Considerações Finais

Espero que contando minha história e o principal: como me preparei para imigrar para o Canadá. Eu tenha te ajudado a fazer você se focar mais ainda no seu plano.

Conforme já disse várias vezes: imigrar não é fácil! Nunca foi, nunca será. Porém, é possível! Eu sou a prova disso. Quer que eu prove?

Em 2008 eu não falava nada de francês (zero), não tinha diploma, só tinha um inglês bonzinho (fruto do intercâmbio). Não tinha um centavo no banco. E adivinhem?

Cá estou eu, prestes a me tornar cidadão canadense! Imigrei para uma província através do francês! Falo inglês também, fluentemente. Emprego estável e muitas outras coisas que vou me abster de comentar para não parecer presunçoso.

Como eu parti de um perfil bem sem graça para uma história de sucesso (do ponto de vista imigratório)? Planejamento e Foco!

Quando eu digo que sou uma história de sucesso, não é ser convencido. E sim por ser exatamente o que o Governo do Canadá considera como um case positivo: adaptado, integrado, produzindo, trabalhando e pagando os impostos sem nunca ter usado ou precisado da ajuda social do governo.

Se eu consegui, você também consegue. Agora a pergunta que fica é: você está decidido a pagar o preço? Pois eu estava!

Fontes:

O melhor lugar para aprender sobre a imigração canadense é o site oficial do Ministério de Imigração do Canadá

E depois é acompanhar e seguir o Site Imigrar!

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4 thoughts on “A minha história (de sucesso) de Imigração para o Canadá

  1. Oi, Maraisa.
    Obrigado pelas belas palavras. Ficamos felizes! :)

    Att,
    Rafael Alencar

  2. Parabéns queridos! Fiquei muito feliz, com sua vitória, perseverança que levou a isso e com a cidadania. Deus os abençoe.

  3. Nossa! Sua história é inspiradora. Fiquei emocionada. Também quero imigra para o Canadá, meu irmão já está em Québec a 1 ano. E eu não vejo a hora de ir também. Estou fazendo aulas particulares de francês e queria saber mais sobre esse processo CSQ. Pois sou formada em Administração e tenho pós em Recursos Humanos. Mais o que mais vejo são as pessoas falarem que a área mais fácil para imigra é T.I. Se eu conseguir imigrar com a minha formação seria um sonho. Você poderia me dar algumas dicas. Pois como estudante fica muito caro imigrar. Já sigo vcs no Instagram e amo as suas postagens. Muito bom seu Artigo. Parabéns e sucesso para vcs sempre.

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